quinta-feira, 5 de maio de 2011

Geres - Trip report Part 1

NOTE: To all my non Portuguese reader and friends, use this link  
1ºDia

Chegamos ao parque de campismo da Cerdeira, na aldeia Campo do Geres, já por volta das 18:00, depois tinha feito uma curta visita à porta do PNPG para recolher algumas informação. Do reconhecimento feito ficamos logo com boa impressão, o parque é bonito e bem equipado, com um mini mercado que abre as 8:00(tem pão fresco a partir das 8:30) e fecha às 20:00, um bom bar/restaurante com wireless à borla, uma sala de convívio com computadores, uma segunda sala de convívio com televisão, uma loja de material de montanhismo com preços razoáveis ( e ainda por cima estão com 20% de desconto) uma boa piscina, mais informações em http://www.parquecerdeira.com/

2º Dia
Começamos a nossa estadia no Geres com um agradável passeio de cavalo, pelas encostas de Campo de Geres, recorremos às mãos experiente do Sr. Fernando (pessoa extremamente afável e simpática mas sempre muito profissional), dono da empresa EquiCampo http://www.equicampo.com. Ainda que nós fossemos completamente inexperientes nas lides de cavalgar, as éguas escolhidas eram de uma suavidade e delicadeza que proporcionaram uma viagem muito calma e agradável.

Findo o passeio, fomos explorar um pouco a barragem de Vilarinho das Furnas. Fantástico!

Dai seguimos para explorar a mata de Albergaria (ver ficheiro). Deixamos o carro logo ao pé da casa do guarda. Dai seguimos a pé, numa caminha de ida e volta de cerca de 10km. O caminho faz-se muito bem, sendo o terrenos do mais fácil de pode haver, uma estrada de terra batida sempre a direito sem grandes desníveis. Paramos para o petisco a meio caminho junto da casa do guarda do lado da portela do Homem.

O passeio é muito bonito sempre rodeado de um lindíssimo bosque com a barragem de Vilarinho das Furnas e parque e o rio Homem mesmo ali ao lado (ainda fui ver como estava a água mas … não tive coragem estava fria:) ) Aconselho vivamente a visita à Mata de Albergaria



http://www.sports-tracker.com/#/workout/jpgrilo/6kbmkb53b56bub6s

De seguida fomos visitar as cataratas do rio Arado (ver ficheiro). Aviso: o caminho de terra batida tem grande buracos, fartei-me de bater com a carrinha por baixo, por isso cuidado, muito devagarinho e com calma. Mal chegamos a ponte estacionamos e posemos-nos a subir as escadas, chegados ao final das escadas, temos um pequeno miradouro que dá para a catara, é giro mas nada de especial porque o que interessa está bem mais acima. Para lá chegar temos que subir a encosta do lado oposto à catarata, não existem marcas nem sinalética, apenas alguns trilhos marcados no chão de anteriores caminhantes. Começamos a subir e logo nos deparamos com um pequeno planalto com uma linha de água e com algumas poças espectaculares para tomar um banho. A meio caminho aproveitamos para dormir uns minutos ao sol em cima de uma rocha antes de prosseguirmos caminho “all the way up” ou quase.

Chegados ao topo a vista é linda de todo o vale do rio Arado, vale bem a pena
A subida faz-se bem e leva mais uma menos 1 hora nas calmas


http://www.sports-tracker.com/#/workout/jpgrilo/b5vnaicncpqsp4lk

Depois de descer e de comer um snack, pegamos no carro e fomos ver outro ponto de interesse, o Miradouro Pedra Bela. A vista de todo o vale é brutal, aproveitamos para dar mais uns passeios e dar por encerrado o dia. Antes de chegar ao parque ainda tivemos oportunidade de ver alguns Garranos à beira da estrada,

3º Dia
Este dia foi tirado para explorar a parte este da serra do lado de Pitões de Juinas. Foram quase 2 horas a andar de carro desde Campo do Geres até lá. Já la chegamos por volta das 12:00 e começamos o trilho. Rapidamente chegamos as antigas ruínas, é muito giro o sitio. A minha “Maria” ficou “horrorizada” com os Sardões, vimos espécimes que pelo menos tinham 50cm de comprimento. Eram pelo menos uns 3 ou 4 a banharem-se ao sol, mal chegamos fugiram para dentro das paredes e deixamos de os ver. Dai em seguida fomos para a cascata, a descida faz-se bem por uma passadeira de madeira ao miradouro. Dai até ao rio e à base da cascata é um instante, embora com muito pena minha, não tenha feito essa ultima parte, porque ela não estava para ai virada :) .

Voltamos para cima e prosseguimos até à aldeia . O percurso demonstra bem a paisagem e a vida das gentes do Geres.





http://www.sports-tracker.com/#/workout/jpgrilo/1pojf3u9numenb42

Posto isto entramos no carro e fomos dar umas volta de carro pela zona sempre tendo como objectivo ir em direcção à ponte de Mizarela.

Já por volta das 4 da tarde chegamos à ponte, por um caminho de terra batida muito estreito (tive inclusive que andar um bom bocado em marcha a trás pois cruzamos-nos com outro carro) até ao miradouro, dai para a frente embora exista caminho, só mesmo de jipe é que se passa. Estacionamos e começamos a delinear o plano de como é que íamos descer, tínhamos duas alternativas ou íamos pelo caminho, que não sabíamos qual o seu comprimento ou então descíamos logos por ali, “parecia” haver um caminho mesmo por baixo do miradouro na encosta mas era íngreme e não tinha a certeza se tinha passagem até à ponte. Lá consegui convencer a descermos por ali mesmo, indo eu à frente a abrir caminho e a verificar se ela conseguiria a descida.

Conclusão depois de muita picada de urtigas e silvas lá chegamos à ponte. foi uma descida muito gira.A ponte, a paisagem em redor, as piscinas naturais, é tudo fantástico.
Um factor curioso é que naquele sitio, foi travada uma importante batalha com as tropas francesas.

Fizemos a volta para o carro pela caminho à volta, são cerca de 1km.

Dai seguimos para as cataras do Tahiti (que nome para uma cascata em plena Serra do Geres, inclusive perguntamos direcções a um habitante local e depois de uma agradável conversa, lá confessou que também ele não percebe o porque daquele nome, enfim. Aproveitou também para nos avisar, que tem morrido lá algumas pessoas por isso é melhor ter-se bastante cuidado.

Para descer é necessário galgar o separador e seguir os trilhos até ao primeiro patamar da catarata. No local existem igualmente 2 pequenas azenhas muito engraçadas que merecem umas fotos. Para descer para os níveis inferiores, é necessário usar o trilho que passa junto a azenha de baixo e que segue por dento da mata até ao fundo. Já no fundo da cascata, a vista é incrível. Lá tiramos as fotos da praxe, molhamos o pé nas águas gélidas do rio Ermida e começas a subir de volta ao carro.


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